Barbie

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Lançamento: 19 Jul 2023 | Categoria: Filmes

Barbie

Nome original: Barbie

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Comédia, Aventura

Site: https://www.barbie-themovie.com/

Poster: Ver poster

Produção: LuckyChap Entertainment, Heyday Films, NB/GG Pictures, Mattel, Warner Bros. Pictures

Sinopse

No mundo mágico das Barbies, "Barbieland", uma das bonecas começa a perceber que não se encaixa como as outras. Depois de ser expulsa, ela parte para uma aventura no "mundo real", onde descobre que a beleza está no interior de cada um.

Vídeos

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Reviews

Autor: tmdb34195587

Um filme super divertido, muito engraçado e reflexivo acerca da vida e da nossa sociedade. Em sua grande maioria, apresenta críticas pontuais, bem escritas e muito inteligentes, porém, há momentos em que essas críticas se tornam repetitivas, o que foi um pequeno e praticamente único problema para mim. De resto, é tudo perfeito, as atuações estão impecáveis, Ryan Gosling e Margot Robbie estão incríveis, a direção de Greta Gerwig também é ótima. É um filme que acerta muito na comédia e no drama, e proporciona muita diversão e reflexão.

Em 20 Jul 2023

Autor: Achilles

Título: Uma Celebração Encantadora e Empoderadora - "Barbie" (2023) "Barbie" é uma adorável surpresa cinematográfica que honra o icônico ícone cultural que é a boneca Barbie. Sob a brilhante interpretação de Margot Robbie, o filme é um verdadeiro deleite, repleto de charme, humor e vulnerabilidade, o que torna Robbie uma escolha perfeita para dar vida à amada boneca. A direção de Greta Gerwig eleva o filme a outro nível. Como cineasta talentosa conhecida por suas narrativas envolventes e personagens complexos, Gerwig entrega uma abordagem criativa e original à adaptação de propriedade intelectual. Sua colaboração com Noah Baumbach resulta em uma história cativante que surpreende tanto fãs antigos quanto novos espectadores. O elenco de apoio também é um ponto alto em "Barbie". Ryan Gosling entrega uma atuação charmosa e carismática como Ken, enquanto Simu Liu acrescenta diversão como o amigo da Barbie, Ryan. Mas é Kate McKinnon quem rouba a cena com seu talento ao interpretar a vilã excêntrica, proporcionando momentos hilários e memoráveis. Além do entretenimento, "Barbie" transmite mensagens valiosas sobre autoaceitação e confiança. A jornada de Barbie ao mundo real, após ser expulsa da Barbieland por não se encaixar nos padrões de perfeição, destaca a importância de ser autêntico e verdadeiro consigo mesmo, mesmo que isso signifique não se conformar aos estereótipos impostos pela sociedade. A produção é um deleite visual, com cenários deslumbrantes que transportam o público para um mundo de cores e magia. A narrativa bem-construída e envolvente cativa espectadores de todas as idades, mantendo-os emocionalmente investidos do início ao fim. "Barbie" é uma homenagem encantadora ao ícone cultural que tocou gerações de meninas e mulheres ao redor do mundo. Com uma mensagem inspiradora sobre autoaceitação, um elenco talentoso e a direção habilidosa de Greta Gerwig, este filme se destaca como uma produção divertida e empoderadora que vale a pena ser apreciada por todos. Seja você um fã antigo da Barbie ou um novo espectador em busca de entretenimento com significado, este filme promete encantar e inspirar.

Em 25 Jul 2023

Autor: Marte

Barbie é engraçado, tem um humor mais ácido com questões contemporâneas, e é inadequado para crianças. Dito isso, Barbie não me encantou, foi como um filme de Sessão da Tarde com mais recursos financeiros para investir na ambientação e figurino. A fórmula americana já está me cansando, sempre esse final feliz com uma lição forçada. Sem falar que esse filme é de estadunidenses para estadunidenses. Todas as piadas funcionam só no contexto estadunidense, e eu pelo menos enquanto mulher brasileira não consegui me identificar com nenhuma das lições do filme, mesmo as humanas que acompanham Barbie sendo teoricamente latinas. Dessa forma, eu não tenho muito a comentar sobre o filme, foi divertidinho e só. Mas admito que a ambientação foi impressionante e as atuações de Margot Robbie e Ryan Gosling foram bem boas (a de Gosling principalmente). Aliás, aproveitando o espaço, todos os homens redpill e estadunidenses em geral que acharam que isso aqui foi muito agressivo com os homens são chorões demais. Não teve nada demais, se a realidade incomoda, sinto muito, vocês são realmente tão ridículos quanto soam.

Em 10 Mar 2024

Autor: Filipe Manuel Neto

**Poderia ser uma excelente peça de entretenimento sobre um ícone cultural do século XX e XXI, mas tornou-se um esquecível filme-manifesto woke contra o “patriarcado”.** Apesar de eu ser um homem, também para mim a boneca Barbie tem um significado: eu vi imensas nas mãos de amiguinhas e colegas de escola, e a boneca tinha direito a metade da prateleira dos brinquedos no supermercado. Portanto, mesmo sem a ter tido, eu conheci as diferentes vidas e profissões da Barbie, as numerosas casas de sonho, carros, iates ou versões temáticas, pelo menos durante o tempo limitado da minha infância. Não marcou a minha vida, mas faz parte das minhas memórias de infância. A boneca, como se sabe, foi criada pela fundadora da Mattel para dar às meninas algo diferente das convencionais bonecas infantis com que brincavam às mães e donas de casa. Ela sabia que aquela nova geração não estava mais confinada ao lar e à maternidade, e quis criar algo que espelhasse a enorme gama de oportunidades de vida e de carreira que se abriam. No entanto, o visual estilizado da boneca ajudou a cristalizar um ideal de beleza e a reforçar estereótipos já existentes sobre a beleza feminina: seios volumosos, ancas largas, pele branca, cabelos loiros, pernas longas e uso permanente de saltos altos (até anos mais recentes, mesmo as versões de piscina e praia tinham aquele modelo de pé). Assim, a boneca tornou-se ícone da cultura pop, mas colidiu com os valores e crenças dos “millenial’s”, que cresceram a acreditar que não faz mal ser mãe e trabalhar. O sonho da Mattel, de ter um filme acerca da sua boneca-mascote, demorou duas décadas. Tanto que passou por dois estúdios e numerosas actrizes foram pensadas para papel-título antes de a Warner Bros. Pictures resolver alavancá-lo e chamar Margot Robbie, a actriz e produtora que se encantou pela ideia. Claro, além de todos os usuais conflitos de agenda e interesse de estúdios, o projecto sofreu com a paralisação da indústria cinematográfica na pandemia de COVID-19. O texto brinca com o universo Barbie, recorda modelos e acessórios que não estão mais disponíveis excepto para coleccionadores e reflecte sobre o impacto social que a boneca teve e tem, celebrando-a como um ícone cultural. A história começa numa terra mágica que a Mattel parece ter feito para as suas bonecas, e onde Barbies dominam e os Kens vivem na sua sombra delas, espelhando um retracto exagerado da nossa sociedade. Francamente, evoluímos muito poucas décadas e podemos ser optimistas: se a nossa sociedade fosse assim, Gerwig nunca teria sido directora nem Margot Robbie teria sido actriz profissional, recebendo o cheque chorudo que lhe rendeu este trabalho. Gerwig faz um bom trabalho na direcção, mas é menos hábil na escrita do argumento, que se perde totalmente a partir do último terço e tem um final decepcionante. Num forte apelo ao público “woke”, ávido por causas sociais que encham manchetes, seja a Palestina ou a violência racial ou qualquer outra, o filme fala demasiado no patriarcado e nos perigos do patriarcado, inquinando o filme com assuntos que não tinham de estar lá obrigatoriamente. Margot Robbie está feliz e contente a desempenhar o papel para o qual parece ter sido geneticamente concebida desde nascimento. Ariana Greenblatt e America Ferrera dão um apoio bem-vindo e bem-humorado, assim como Issa Rae, Emma Mackey e Kate McKinnon. Aproveitando o hype que se sabia que o filme ia ter, Dua Lipa aparece brevemente, mas não faz nada além de aparecer e Ryan Gosling, que é um bom actor, dá uma interpretação fortemente exagerada, pecando constantemente pelo excesso num dos piores papéis da sua carreira, pelo menos para mim. O grande problema do filme, e aquilo que o torna esquecível, é ser um filme-manifesto woke dirigido às neo-feministas, que deixam crescer pêlos nos sovacos e tiram fotos nuas para falar em empoderamento. Querem por força destruir o patriarcado sem entenderem que os humanos são patriarcais desde as cavernas e que não adianta realmente combater isso. Seria o mesmo que tentar ensinar um chimpanzé a recitar Shakespeare, pois não é da natureza dele. O que nós, como sociedade, devemos fazer é tornar o patriarcado mais justo: a mulher deve ter direito ao mesmo salário do colega masculino e às mesmas oportunidades de crescimento pessoal, mas também deve apoiar o seu parceiro na luta por uma licença de parentalidade idêntica à dela e reconhecer o direito de um pai à custódia dos filhos sem reivindicar qualquer privilégio automático como “pagamento” por nove meses de gestação que vivenciou por uma inevitabilidade biológica. Nisto, como em tudo, deve impor-se o supremo interesse da criança, ainda que a mesma não tenha nascido, não tendo a mulher gestante direito de dispor indiscriminadamente da vida de um filho que carregue dentro do seu ventre. Pode ser o corpo dela, mas não é a vida dela para poder impor as regras dela.

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