Elizabeth: A Era de Ouro

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Lançamento: 09 Sep 2007 | Categoria: Filmes

Elizabeth: A Era de Ouro

Nome original: Elizabeth: The Golden Age

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Drama, História, Romance

Site:

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Produção: Universal Pictures, StudioCanal, Working Title Films, Motion Picture ETA Produktionsgesellschaft

Sinopse

Há quase três décadas no comando da Inglaterra, a Rainha Elizabeth I enfrenta ameaças ao seu poder, impostas por governos estrangeiros e pelo seu próprio país. Simultaneamente, o Rei da Espanha Felipe II, apoiado pelo Vaticano, planeja destronar a rainha e restaurar o catolicismo na nação britânica. Elizabeth se prepara para entrar em guerra, ao mesmo tempo em que luta contra uma paixão inesperada.

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Reviews

Autor: Filipe Manuel Neto

**Grandes actores, num filme que promete mais do que cumpre.** Este filme é a continuação de "Elizabeth" (1998) e, como todas as sequelas, sofre de um complexo de inferioridade em relação ao original. É um filme histórico regular, que retracta um momento chave do reinado de Isabel I de Inglaterra: o conflito com Espanha e a Armada Invencivel. Cate Blanchett, que continua a dar vida à rainha, ainda é brilhante no papel. Infelizmente, tal como no primeiro filme, é um esforço sem mérito e que não merece o olhar dos críticos e da Academia de Hollywood (a indicação ao Óscar de Melhor Actriz não passou disso mesmo). Geoffrey Rush continua a dar corpo a Sir Francis Walsingham e faz isso com grande talento e habilidade, mesmo que a personagem não tenha de antes. Clive Owen é perfeito no papel de Sir Walter Raleigh e faz aqui uma das obras mais interessantes de sua carreira até agora. Ao contrário do filme anterior, este não parece muito fiel à verdade histórica. O roteiro é muito imaginativo e foca-se num caso amoroso, improvável e teatral, entre a rainha e Raleigh. A Armada Espanhola é mal retractada e a luta entre ingleses e o espanhóis, que marca o clímax do filme, acaba totalmente vazia de relevância, o que não faz sentido e põe em causa a edição do filme e a qualidade do roteiro. Se o director e os argumentistas pensaram que a óptima interpretação de Blanchett, um bom elenco, cenário, roupas e algumas sugestões românticas seriam suficientes para salvar o filme, erraram. Não se fazem omeletes sem ovos, diz o povo e com razão. Este filme tinha tudo para ser melhor, para combinar com o seu antecessor, mas um roteiro e uma edição más deitaram tudo a perder. Apesar de ser um filme muito parado e chato (às vezes parece que as pessoas se esqueceram que estão quase a ser invadidas por tropas inimigas), o filme é razoável e vale a pena, especialmente pelo trabalho dos actores.

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