The Boys

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Data da primeira exibição: 25 Jul 2019 | Categoria: Series

The Boys

Nome original: The Boys

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Sci-Fi & Fantasy, Action & Adventure

Site: https://www.amazon.com/dp/B07QQQHK1Y

Poster: Ver poster

Produção: Amazon Studios, Original Film, Sony Pictures Television, Kripke Enterprises, Point Grey Pictures, Kickstart Entertainment, NightSky Productions, Amazon MGM Studios

Sinopse

Na trama, conhecemos um mundo em que super-heróis são as maiores celebridades do planeta, e rotineiramente abusam dos seus poderes ao invés de os usarem para o bem.

Trailer

Capitão Pátria vs. Billy Bruto e Soldier Boy

Trailer Brasileiro

Temporada 1 Trailer Oficial

THE BOYS | AMAZON PRIME VIDEO

Galeria de imagens

Reviews

Autor: Pedro Quintão

**Crítica - Season 4** A quarta temporada de The Boys trouxe-me uma mistura de frustração e cansaço, ao ponto de sentir que a série se tornou exatamente aquilo que satirizava nas suas primeiras temporadas: o monopólio das produções de super-heróis. A narrativa da nova temporada foi arrastada e previsível, sem espaço para grandes progressos na trama, resume-se a um desfile de situações excêntricas, humor negro e violência. Mesmo assim, admito que a criatividade dos produtores em algumas cenas foi interessante, mas não conseguiu compensar a falta de novidades, assim como a evolução na história e das personagens. Gostei essencialmente do desenvolvimento do Homelander, que se mantém como o ponto alto da série, elevando a tensão em cada cena em que aparece. Esta temporada conseguiu torná-lo absolutamente num sociopata sem escrúpulos e a sua presença fazia-nos temer pelo destino de todas as personagens presentes, pois ele demonstra ser capaz de tudo, literalmente tudo. A mesma evolução positiva notei em A-Train, que num paralelo oposto, finalmente se redimiu e tornou-se numa das minhas personagens favoritas de toda a série, demonstrando empatia e um lado humano. A introdução de novas personagens, como a "heroína" Firecracker e Sage conseguiu segurar a minha atenção em 8 episódios que pareceram fillers. Firecracker, em particular, irritou-me imenso devido à sua personalidade, mas esse é o objetivo da personagem. Já Sage parece que se tornará num elemento importante na próxima temporada. (SPOILERS A SEGUIR) Quanto às personagens habituais, Billy Butcher e Starlight estão mais irritantes do que nunca. Billy parece um cinquentão com algum transtorno infantil devido à sua imaturidade e impulsividade. Definitivamente, não consigo gostar dele. No caso de Starlight, tornou-se absolutamente chata. Existe um momento em que uma vilã metamorfa rapta Starlight e assume a sua identidade, acabando por dormir com Hughie sem este suspeitar que ela é uma farsa. Entretanto, ela é descoberta e a verdadeira Starlight reaparece criando um drama com Hughie por dormir com a vilã, quando o personagem desconhecia que se tratava de uma impostora sob a forma de Starlight. Outro elemento que demonstra a necessidade dos argumentistas em nos encherem com subtramas para esconder a narrativa principal vazia, sustenta-se no arco de Frenchie. O personagem nunca demonstrou ser bissexual ou gay, mas logo no início da temporada, ele nutre uma atração por um jovem, que na verdade é o filho sobrevivente de uma família que Frenchie assassinou no passado. Mais tarde, assim que esse arco narrativo é descartado, Frenchie volta a ser heterossexual sem demonstrar qualquer sinal sobre como é bissexual ou homossexual. Se o objetivo seria ter uma personagem LGBT+, faria muito mais sentido tornar o Homelander bissexual e vê-lo num triângulo amoroso tóxico e perigoso com outras personagens. (FIM DOS SPOILERS) Na minha opinião, a criatividade e a irreverência que definiram "The Boys" mantêm-se presentes, mas a narrativa demonstrou desgaste devido à ausência de algum progresso. Ainda bem que terminará na próxima temporada.

Em 08 Aug 2024

Autor: Pedro Quintão

**Crítica - Season 4** A quarta temporada de The Boys trouxe-me uma mistura de frustração e cansaço, ao ponto de sentir que a série se tornou exatamente aquilo que satirizava nas suas primeiras temporadas: o monopólio das produções de super-heróis. A narrativa da nova temporada foi arrastada e previsível, sem espaço para grandes progressos na trama, resume-se a um desfile de situações excêntricas, humor negro e violência. Mesmo assim, admito que a criatividade dos produtores em algumas cenas foi interessante, mas não conseguiu compensar a falta de novidades, assim como a evolução na história e das personagens. Gostei essencialmente do desenvolvimento do Homelander, que se mantém como o ponto alto da série, elevando a tensão em cada cena em que aparece. Esta temporada conseguiu torná-lo absolutamente num sociopata sem escrúpulos e a sua presença fazia-nos temer pelo destino de todas as personagens presentes, pois ele demonstra ser capaz de tudo, literalmente tudo. A mesma evolução positiva notei em A-Train, que num paralelo oposto, finalmente se redimiu e tornou-se numa das minhas personagens favoritas de toda a série, demonstrando empatia e um lado humano. A introdução de novas personagens, como a "heroína" Firecracker e Sage conseguiu segurar a minha atenção em 8 episódios que pareceram fillers. Firecracker, em particular, irritou-me imenso devido à sua personalidade, mas esse é o objetivo da personagem. Já Sage parece que se tornará num elemento importante na próxima temporada. (SPOILERS A SEGUIR) Quanto às personagens habituais, Billy Butcher e Starlight estão mais irritantes do que nunca. Billy parece um cinquentão com algum transtorno infantil devido à sua imaturidade e impulsividade. Definitivamente, não consigo gostar dele. No caso de Starlight, tornou-se absolutamente chata. Existe um momento em que uma vilã metamorfa rapta Starlight e assume a sua identidade, acabando por dormir com Hughie sem este suspeitar que ela é uma farsa. Entretanto, ela é descoberta e a verdadeira Starlight reaparece criando um drama com Hughie por dormir com a vilã, quando o personagem desconhecia que se tratava de uma impostora sob a forma de Starlight. Outro elemento que demonstra a necessidade dos argumentistas em nos encherem com subtramas para esconder a narrativa principal vazia, sustenta-se no arco de Frenchie. O personagem nunca demonstrou ser bissexual ou gay, mas logo no início da temporada, ele nutre uma atração por um jovem, que na verdade é o filho sobrevivente de uma família que Frenchie assassinou no passado. Mais tarde, assim que esse arco narrativo é descartado, Frenchie volta a ser heterossexual sem demonstrar qualquer sinal sobre como é bissexual ou homossexual. Se o objetivo seria ter uma personagem LGBT+, faria muito mais sentido tornar o Homelander bissexual e vê-lo num triângulo amoroso tóxico e perigoso com outras personagens. (FIM DOS SPOILERS) Na minha opinião, a criatividade e a irreverência que definiram "The Boys" mantêm-se presentes, mas a narrativa demonstrou desgaste devido à ausência de algum progresso. Ainda bem que terminará na próxima temporada. Nota: 6/10

Em 08 Aug 2024

Autor: victor damião

A 4ª temporada de The Boys me surpreendeu mais do que eu esperava: eu comecei a assistir pela Prime Video meio sem vontade, talvez por uma saturação de séries de super-heróis, ou simplesmente por estar cansada desse tipo de história, mas, conforme os episódios foram passando, eu fui lembrando direitinho por que eu gostava tanto de The Boys. A série continua muito boa, afiada no humor ácido, nas críticas e na tensão constante, e acabou me prendendo de um jeito que eu não estava esperando; no fim, eu terminei a temporada com aquela sensação de "ok, isso aqui ainda funciona demais", e minha nota ficou em 8/10.

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