A Hora do Pesadelo 5: O Maior Horror de Freddy

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Lançamento: 11 Aug 1989 | Categoria: Filmes

A Hora do Pesadelo 5: O Maior Horror de Freddy

Nome original: A Nightmare on Elm Street: The Dream Child

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Terror, Thriller

Site:

Poster: Ver poster

Produção: New Line Cinema, Heron Communications, Smart Egg Pictures

Sinopse

Freddy Krueger está de volta para propagar toda uma nova forma de terror em sua mais diabolicamente perversa festa de horrores! Incapaz de vencer o Mestre do Sonho que o dominou, Freddy assombra os inocentes sonhos de sua futura filha e parte para cima dos amigos dela com o mais absoluto horror. Conseguirá a menina salvar-se de se tornar a mais nova arma de Freddy? Ou o maníaco trará novamente à tona o sue legado do Mal?

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Reviews

Autor: Filipe Manuel Neto

**Desinteressante e cansativo.** Tenho visto os vários filmes da franquia *Pesadelo em Elm Street*, e constatado que me tem agradado mais do que a maioria dos filmes "slasher" da mesma altura (*Halloween*, *Sexta-Feira 13*, etc.). Porém, a qualidade da franquia decaiu visivelmente com o avançar do tempo e dos filmes que foram saindo. O roteiro deste filme dá seguimento à história do seu predecessor, mas a forma como a história foi desenvolvida carece de tensão, ‘suspense’ e mesmo de lógica, com as personagens a agirem de modo, aparentemente, aleatório e irreflectido. O filme não tem um conteúdo desenvolvido ou apelativo e isso reflecte-se no nosso interesse: eu, pelo menos, sinto que me desinteressei da história na primeira meia hora, e simplesmente fui vendo o restante sem me sentir envolvido ou interessado no que via. O elenco conta, como não podia deixar de ser, com o grande Robert Englund, no papel a que já se acostumou e que sabia representar maravilhosamente. Não é por mero acaso que ele nunca foi substituído no papel de Krueger. Todavia, senti que o actor era bom demais para o filme que é, e que os diálogos não lhe faziam justiça. Os actores mais jovens fazem o que podem, mas não conseguem ombrear com ele, e têm personagens muito simples e desinteressantes. Lisa Wilcox, que já fez o filme anterior, é a actriz mais capaz, mas limita-se a fazer um trabalho mediano. O director, Stephen Hopkins, brinda-nos com um trabalho desinspirado e entediante, onde a sua aposta principal é na criação de um estilo visual que torne o filme mais atractivo. O problema é que não há conteúdo que o justifique. Gostei dos cenários algo imaginativos, e algumas cenas até parecem inspiradas no expressionismo alemão, mas a cinematografia cheia de contraste e de cores intensas não ajudou e tirou beleza ao visual pouco ortodoxo destas cenas. O trabalho de edição também me pareceu amador, para dizer o mínimo. A banda sonora escapa um pouco a estes problemas: não sendo particularmente memorável, funciona de modo satisfatório.

Em 30 Apr 2021

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