Um Dia a Casa Cai

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Lançamento: 26 Mar 1986 | Categoria: Filmes

Um Dia a Casa Cai

Nome original: The Money Pit

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Comédia, Romance

Site:

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Produção: Amblin Entertainment, Universal Pictures

Sinopse

Após ser despejado de seu apartamento em Manhattan, um jovem casal compra a casa dos sonhos, apenas para descobrir que seu sonho transformou-se no pior dos pesadelos. Richard Benjamin dirige este divertido filme em que o desafortunado casal luta para manter-se unido enquanto a casa cai e a conta do banco afunda.

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Reviews

Autor: Filipe Manuel Neto

**Português** _**De morrer a rir.**_ Há filmes que, inicialmente, não parecem ter um grande valor artístico, mas que se destacam de alguma forma e acabam por marcar as nossas vidas. Para mim, este é um desses filmes, mais especial pelo facto de me recordar de o ver ainda na infância. O filme é um remake de uma película dos anos quarenta com um roteiro simples: Walter e Anna são um casal sem dinheiro e na iminência de ter de comprar casa ou ficar a viver na rua. Confrontados com a selva imobiliária de Nova Iorque, acabam por comprar uma grande casa suburbana num negócio que parece bom demais para ser verdade. E de facto algum defeito tinha de existir: a casa está podre e necessita de obras, levando os seus novos donos à beira da loucura, para gáudio da plateia. O filme resulta da colaboração de David Giler e Steven Spielberg, e marca o início de uma parceria longa entre Spielberg e Tom Hanks, que deu vida a Walter. Apesar da juventude, podemos ver muitas das características que o actor, hoje mais do que consagrado, desenvolverá nos filmes da sua maturidade e faz um excelente trabalho. Ao seu lado está Shelley Long, uma actriz muito experiente em comédias. As piadas de contexto e de situação imperam e fazem as delícias do público. Não é um filme para os que gostam do riso fácil ou de humor brejeiro. Algumas das cenas são dignas de antologia, como o desabamento da escadaria da casa ou uma fabulosa e famosa gargalhada de Hanks. No meio de tantos aspectos positivos, uma nota menos bem conseguida é a tentativa de sub-enredo criada em torno do triângulo amoroso Walter-Anna-Max (sendo este último o ex-marido dela, um famoso maestro com um cabelo louro apenas menor do que o próprio ego). Teria sido uma adição interessante se tivesse sido explorado a tempo, mas isso não aconteceu, tendo sido usado apenas para demarcar o clímax. No começo, esta comédia parece apenas mais uma comédia dos anos oitenta, uma década em que o género foi muito explorado e, para ser honesto, muito maltratado por uma boa mão cheia de filmes desastrosos. Mas é exactamente por isso, em parte, que este merece nota positiva: além de ser bom funciona muito bem e cumpre inteiramente o quer se propõe fazer... e mesmo que não ria às gargalhadas, vai certamente sorrir e divertir-se. **English** **_Laughing out loud_** Sometimes, first impressions about a movie may deceive. Some movies don't seem to have artistic value but stands out in some way and end up marking our lives. For me, this is one of those movies, specially because I saw it as a child and I remember it. Its a remake of a Forties movie with a simple script: Walter and Anna are a couple with no money and on the verge of having to buy a house... Facing the real-estate jungle of New York, they end up buying a large suburban house, in a deal that sounds too good to be true. And in fact some defect had to exist: the house is rotten and needs a lot of work, taking its new owners to the brink of madness, to our delight. The film is the result of a partnership between David Giler and Steven Spielberg, and marks the beginning of a long collaboration between Spielberg and Tom Hanks, who gave life to Walter. Despite his youth, we can see many of the characteristics that the actor will develop in his maturity and does an excellent job. At his side is Shelley Long, a very experienced comedy actress. Context and situational jokes prevail and delight the public. Its not a movie for those who like easy laughter or rude humor. Some of its scenes are worthy of anthology, such as the collapsing staircase or a fabulous (and famous) Hanks laughter. In the midst of so many positive aspects, a less well-made thing is the sub-plot attempt created around the love triangle Walter-Anna-Max (the latter being her ex-husband, a famous maestro with a blond hair only smaller than than his ego). It would have been an interesting addition if it had been more exploited, but this didn't happen, having only been used to demarcate the climax. At first, this comedy looks just like a comedy from the '80s, a decade in which this genre was heavily exploited and, to be honest, badly treated by a good handful of disastrous movies. But it's precisely because of this that this one deserves a positive note: apart from being good, it works very well and fully fulfills what it wants to do... and even if you doesn't laugh out loud, you will certainly smile and have fun.

Em 13 Feb 2018

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