Terremoto

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Lançamento: 31 Aug 2018 | Categoria: Filmes

Terremoto

Nome original: Skjelvet

Idiomas: no

Classificação:

Genero: Ação, Drama, Thriller

Site:

Poster: Ver poster

Produção: Fantefilm

Sinopse

Em 1904, um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu Oslo. Seu epicentro foi no "Oslo Graben", uma fenda que atravessa diretamente a cidade. Desde então, a população da capital norueguesa pode esperar futuros terremotos na área.

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Reviews

Autor: Filipe Manuel Neto

**Uma “americanice” que vem do frio.** Filmes de desastres são um daqueles clássicos que o cinema nos habituou, principalmente por efeito dos dramáticos e inchados filmes de Hollywood. Este filme não é americano, vem da gélida Noruega, mas toda a linguagem melodramática e enfática do cinema dos EUA está bem presente ao longo da película. Confesso que fiquei um pouco surpreendido por ver um filme norueguês acerca de um terramoto devastador. Não sou geólogo, mas não associo o perigo dos terramotos mais intensos à Noruega. O país, naturalmente, sofre com alguns terramotos moderados todos os anos e, realmente, foi registado um caso mais intenso nos começos do século XX em que a capital foi gravemente afectada. Porém, os sismos noruegueses são cócegas quando comparados com os que sacodem anualmente a Turquia, a China, a Índia e as ilhas dos arquipélagos atlânticos e havaianos. O terramoto de Oslo, de que o filme fala, nem sequer alcançou a intensidade 6 na Escala de Richter, isto é, foi mais fraco que o recente sismo em Marraquexe e nem se compara aos presumíveis 9 que terá atingido o sismo que, em 1755, devastou Lisboa e partes significativas do Norte de África e Península Ibérica. Seja como for, o filme é razoavelmente bom e entretém-nos de modo satisfatório. Não vi o filme precedente nem sabia que existia, embora tenha suspeitado ao ver algumas cenas do início deste filme, suspeita que clarifiquei ao documentar-me para escrever este texto. Naturalmente, sendo o meu primeiro contacto com o cinema norueguês, não conhecia o director John Andreas Andersen nem conheço nenhum dos actores envolvidos. Porém, o que vi agradou-me: Andersen mostra-se um bom discípulo do cinema comercial dos EUA e inspira-se em filmes como “Vulcão”, “O Cume de Dante” e “Pânico no Túnel” de uma forma que é tão evidente que parece uma colagem. O roteiro copia elementos destes diversos filmes e dá-nos uma história quase igual, baseando-se nas tentativas do herói para alertar para uma catástrofe iminente a despeito da surdez das autoridades competentes para lidar com o problema. Contudo, o filme tem força, drama, alma e movimento, evitando momentos mortos e quase não fazendo concessões ao melodrama barato. O pior é ver que Andersen não foi capaz de fazer um final fechado, deixando as suas personagens penduradas e em perigo sem nós sabermos como elas acabaram o dia. Talvez mais relevante do que qualquer outra coisa, incluindo o desempenho de cada um dos actores, seja a excelente introdução e utilização dos efeitos visuais e do CGI, que nos dão o que procuramos num filme deste tipo: caos, destruição e perigo. O filme consegue aproveitar os efeitos para criar uma genuína tensão dramática e uma sensação de perigo que consegue convencer-nos. Os actores, claro, ajudam: apesar de Edith Haagenruud-Sande ter uma personagem irritante e que parece agir sem qualquer consciência perante o perigo, o protagonista, Kristoffer Joner, é suficientemente sólido para transformar o seu herói em alguém simpático e com que nos podemos identificar. Menos sorte tiveram as duas actrizes principais, Ane Dahl Torp e Kathrine Johansen: a despeito de todos os seus esforços, que reconheço, as suas personagens estão a mais aqui, criando a ilusão de um triângulo amoroso potencial que nunca se concretiza. Também não gostei da personagem de Jonas Oftebro, um actor que também não me parece sólido ou consistente: o pai da personagem dele aparece de surpresa quando ele ia sair com a namorada e ele é incapaz de dizer à princesinha “tem paciência, nós depois vamos sair; eu vou, pelo menos, servir um café quente ao meu pai e ouvir o que ele quer dizer”? Que belo filho!

Em 22 Nov 2023

Autor: Rosana Botafogo

**English** Sequel to The Wave from 2015 (very good, I watched it in 2017) the drama works very well, just like its predecessor, the action is left for the last 30 minutes, but it does not disappoint, the scenes in the building are great, and convey anguish, although we all know that in an imminent earthquake the only thing we cannot do in a building is use the elevators, because... The first half is cliché, a man trying to prove an improbable earthquake, but the highlight is the emotion and the special effects. In 1904, an earthquake measuring 5.4 on the Richter scale shook Oslo. Its epicenter was in the "Oslo Graben", a crack that runs directly through the city. Since then, according to geologists, the population of the Norwegian capital can expect future earthquakes in this area. **Portuguese** Sequência de A Onda de 2015 (muito bom, assisti em 2017) o drama funciona muito bem, assim como no antecessor, a ação fica para os 30 minutos finais, mas não decepciona, as cenas no prédio são ótimas, e transmitem angustia, embora todos saibamos que em um iminente terremoto a única coisa que não podemos fazer em um prédio é usar os elevadores, pois é… A primeira metade cliché, um homem tentando provar sobre um terremoto improvável, mas o destaque fica por conta da emoção e dos efeitos especiais.

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