Independence Day: O Ressurgimento

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Lançamento: 22 Jun 2016 | Categoria: Filmes

Independence Day: O Ressurgimento

Nome original: Independence Day: Resurgence

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Ação, Aventura, Ficção científica

Site:

Poster: Ver poster

Produção: 20th Century Fox, TSG Entertainment, Centropolis Entertainment, Stereo D

Sinopse

Duas décadas depois do devastador ataque alienígena do Dia da Independência, a Terra enfrenta uma nova ameaça que vem diretamente do espaço. Uma nova geração de pilotos é convocada para combater os inimigos e garantir a liberdade da humanidade.

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Independence Day: O Ressurgimento | Trailer Oficial | Legendado HD

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Reviews

Autor: Filipe Manuel Neto

**Desastroso.** Confesso que fiquei admirado por só vinte anos depois é que *O Dia da Independência* ter conhecido a sua sequela. Era um daqueles filmes que eu considerava já como uma peça de museu, com um largo grupo de admiradores, mas cada vez menos frequente nos canais de TV especializados em cinema. Mas se há algo que eu já tomo como garantido é o prazer de Roland Emmerich quando tem a chance de destruir metade do planeta, um vício que o leva a explorar qualquer pretexto para o fazer, uma e outra vez. A acção deste filme decorre vinte anos depois do primeiro filme: a Humanidade tomou contacto com tecnologias extraterrestres quer permitiram um salto tecnológico notável e a existência de um inimigo comum e uma destruição sem paralelo permitiu aos países uma união de esforços como nunca dantes aconteceu. Tudo maravilhoso… mas eis que os extraterrestres feios e malvados do primeiro filme voltam, com uma nave maior, com mais recursos e apostados em massacrar a Humanidade e consumir os recursos globais, como uma praga de gafanhotos. Cabe, novamente, aos EUA (quem mais?) a árdua tarefa de liderar o mundo num esforço supremo de luta para exterminar esta ameaça… e desta vez, a ajuda vem de onde menos se espera. O filme começa bem, com premissas excelentes, mas após quinze minutos vem completamente abaixo e transforma-se numa peça cinematográfica tão preguiçosa e desinteressante que dá quase vontade de desligar a TV. Emmerich parece tão empolgado com a ideia de aniquilar a raça humana (ele já o fez diversas vezes no cinema) que não consegue explorar e desenvolver bem as premissas iniciais, de um mundo unido, pacificado, tecnologicamente mais avançado e muito desconfiado quanto aos objectos que possam vir do espaço exterior. Nós não temos tempo nem oportunidade para ver a forma como a humanidade recuperou dos ataques iniciais, e a maneira como os EUA se colocam na liderança do mundo é arrogante e pretensiosa. O subenredo de uma resistência intergaláctica, lançado a meio do filme, também foi mal aproveitado e fica quase em suspenso, funcionando basicamente como um gancho para um terceiro filme, a lançar. Num filme tão carente de história para contar, a acção consiste em incessantes combates contra os invasores espaciais, num estilo de acção sci-fi sem emoção, sem coração, sem qualquer ponta de humanidade ou ‘suspense’ que nos façam aderir ao que vemos. O trabalho dos actores resume-se ao básico: Liam Hemsworth é um ‘cowboy’, Maika Monroe é um rosto bonito, Sela Ward é monótona, Jessie Usher é pretensioso. De volta às personagens do primeiro filme, agastados pela idade e pela artrite, Bill Pullman, Brent Spinner e Jeff Goldblum meticulosamente arruinaram as suas personagens com cenas que não vamos querer ver, como Pullman com problemas de saúde, mas ansioso por pilotar um caça futurista e Spinner numa reencarnação ‘gay’-friendly da sua personagem, a passear de rabo à vista pelo laboratório seguido de perto pelo seu… marido? No meio deste desastre, nem sequer os efeitos se salvam: grandioso, caro, extravagante, todo o filme é artificial e não esconde isso por um segundo. Funciona muito como um videojogo caro: é lindo, é elegante, é vistoso, é falso como uma nota de mil euros, tem muitas explosões e uma dose de destruição que deixaria as companhias de seguros do planeta em coma, mas também os clichés mais velhos do género. A cinematografia é boa e há várias imagens magníficas e muito bonitas, tudo feito em computador.

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