Planeta Proibido

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Lançamento: 23 Mar 1956 | Categoria: Filmes

Planeta Proibido

Nome original: Forbidden Planet

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Ficção científica, Aventura

Site:

Poster: Ver poster

Produção: Metro-Goldwyn-Mayer

Sinopse

Uma expedição liderada pelo Comandante John J. Adams (Leslie Nielsen) viaja rumo a um planeta distante para descobrir o que aconteceu com os cientistas que foram para lá iniciar uma colônia. Apenas um é encontrado: O arrogante Dr. Morbius (Walter Pidgeon), que vive em companhia da filha, Altaira (Anne Francis) e de um prestativo robô.

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Reviews

Autor: Filipe Manuel Neto

**Um marco do sci-fi que, no entanto, é bastante datado e envelheceu mal.** Confesso que esperava mais deste filme. O seu impacto na época é inegável, e é um clássico consagrado do cinema sci-fi. Na verdade, quase que podemos dizer que faz parte do “panteão” dos filmes fundadores deste género de cinema, na medida em que foi um dos primeiros filmes sci-fi de grande orçamento e de grande impacto público. O melhor que este filme tem para nos dar é a sua criatividade quase inesgotável. É bastante evidente que a equipa de criadores teve tempo para criar e desenvolver ideias e o estúdio resolveu permitir ampla margem de manobra aos seus especialistas. Quando isto se conjuga com um orçamento apropriado e uma aposta séria em efeitos especiais, visuais e sonoros de grande qualidade, temos o que é preciso para um filme visualmente impactante e capaz de nos seduzir. Eu só posso imaginar como terá reagido o público da época perante este filme: a minha reacção é diferente. De facto, a nossa perspectiva tem de ser diferente: passaram já mais de sessenta anos sobre a estreia e os avanços técnicos e tecnológicos do cinema, como sabemos, habituaram-nos a outro tipo de visuais e efeitos, e assim, este filme não nos consegue surpreender e encantar da mesma forma que encantou o público no tempo em que foi feito. Isto não é um defeito do filme, é quase podemos dizer, um “defeito” do público, que neste caso concreto sou eu. O elenco conta com alguns nomes bem conhecidos. Foi interessante ver Leslie Nielsen muito mais jovem e a fazer um tipo de papel radicalmente diferente daqueles a que estou mais acostumado a ver. Walter Pidgeon também faz um trabalho muito bom e, apesar de não gostar da personagem, reconheço o esforço e o talento de Anne Francis. E apesar de ser uma personagem e não um actor, Robbie é deliciosamente simpático. O maior problema deste filme acaba por ser a sua idade: é um filme datado e que envelheceu bastante mal, e pode ter dificuldade em encontrar novos públicos capazes de o apreciar hoje em dia. Mas não foi por causa das questões visuais e dos efeitos que o achei tão datado. Foi pelo machismo intrínseco na trama, na concepção das personagens e no romance idiota que é colocado no filme. O filme é o espelho de uma mentalidade que, para nós, é inaceitável e retrógrada, em que a mulher é obediente e submissa a todo e qualquer desejo masculino. Consigo antever algumas amigas minhas a gritarem com a força da sua indignação se tivessem de ver este filme. Não sendo eu, nem de perto, uma pessoa muito próxima das causas feministas, isto não é um problema para mim, mas não deixa de ser um sinal do quão datado este filme é.

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