Autor: Filipe Manuel Neto
**Aborrecida.**
Para quem gosta de telenovelas, o Brasil é um terreno fértil, já que a maioria dos canais de TV do país tem, em média, quatro novelas diárias. Invariavelmente, boa parte desse material acaba distribuída pelo mundo, sendo comprada e difundida noutros países. Um dos mercados mais permeáveis é Portugal, devido à sua proximidade cultural e linguística. Eu vi "Mulheres Apaixonadas" duas vezes: primeiro na sua estreia em Portugal e mais tarde quando foi re-emitida, por volta de 2016.
O enredo é composto por várias mulheres que vivem em vários romances. A principal destas tramas é vivida por uma mulher recém-divorciada que se apaixona por um ex-namorado que ela deixou para casar. O enredo não é improvável, isso acontece com frequência, mas é algo tão banal que faz com que seja bastante chata, pelo menos para mim. Outra pérola da mente pouco criativa de Manoel Carlos, que tem a particular mania de chamar "Helena" a quase todas as heroínas femininas das novelas que faz. E sim, você pode crer que há um médico rico num papel determinante da trama, como acontece sempre nas novelas deste senhor.
Em 09 Nov 2018
Autor: Filipe Manuel Neto
**Aborrecida**
Para quem gosta de novelas, o Brasil é um terreno fértil, já que a esmagadora maioria dos canais gerais de TV do país transmite, em média, quatro novelas diárias. Invariavelmente, grande parte desse material acaba sendo distribuída pelo mundo, sendo comprada e difundida em outros países. Um dos mercados mais permeáveis para a dramaturgia brasileira é, claro, Portugal, devido à sua proximidade cultural e linguística. Eu vi "Mulheres Apaixonadas" duas vezes: primeiro em sua estréia em Portugal, mais tarde quando foi re-emitida, por volta de 2016.
O enredo é composto por várias mulheres que vivem em vários romances. A principal delas é vivida por uma mulher recém-divorciada que se apaixona por um antigo namorado que ela deixou para se casar. O enredo não é improvável, isso acontece com frequência, mas é algo tão banal que faz com que funcione mal e seja chata, pelo menos para mim. Outra pérola da mente pouco criativa de Manoel Carlos, que tem a particular mania de chamar "Helena" para quase todas as heroínas femininas das novelas que ele escreve. E sim, pode acreditar que há um médico rico num papel determinante da trama, como acontece muito nas histórias deste senhor.
Em 09 Nov 2018